Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador família. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

PAI MARAVILHOSO


Eu não tenho mais idade pra escrever cartões daqueles que eu fazia quando pequenina, com uma gravata mal pintada de azul na frente, e dentro uma mensagem mais ou menos assim: "Eu Te Amo, papai! Você é o meu herói!". E apesar da ausência do cartão, o senhor nunca deixou de ser um HERÓI, herói da vida, da casa, de uma família, a nossa família...
Eu Te Amo, com toda a intensidade que te amei desde o primeiro dia em que me pegaste no colo (mesmo sabendo que o senhor me achou feia e vermelha, rs). Eu não lembro, sei que não, mas sei o quanto esse amor foi tão forte, porque era, e é, um amor tão de verdade, tão sincero, um amor de pai e filha, mesmo.
Obrigada por tudo papis lindo, obrigada mesmo.
Não tenhas dúvidas do quanto és um PAI MARAVILHOSO.
Feliz seu, todo seu, dia.

Ainda por cima, Deus me dá a graça de todos os anos comemorarmos tão pertinho desse dia especial, um outro, que não é preciso dizer o quanto é ainda mais especial. Mais um ano de sua vida, é mais um ano de alegria, de felicidades para nós todos, pai. FELIZ ANIVERSÁRIO! O que mais desejo, e peço a Deus todos os dias, é que Ele esteja sempre ao teu lado, cuidado de ti, e de sua companheira, minha melhor amiga, minha mãe linda, todos os dias, quando eu estou ou não por perto de vocês. O senhor merece o que há de mais precioso, sempre.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Meu irmão, meu maninho, meu mió!


As vezes vamos tão longe buscar coisas, pessoas que teoricamente irão nos fazer bem, serão nosso bem, sem perceber o quanto as verdadeiras pessoas que podem te fazer bem ,na hora que você quiser, quando quiser, estão muito mais próximas de você do que imaginas.
Desde pequenos estivemos juntinhos, antes de nascermos já compartilhamos de um lugar especial, só nosso, partimos do mesmo ventre, fomos recebidos com o mesmo carinho, amor.
Brigávamos, muito mais do que era necessário (se é que era necessário), tudo era motivo para discussões e para chamar : "mãããe, (ou paaai) ele (a) tá arengando comiiigo!", ou quando não se resolvia com um grito, ousávamos dar mordidas e beliscões (ah! quando lembro! rsr).
Em nossa pré e adolescência continuamos juntinhos. (Recordo-me bem, de quando começamos a ir à festas sozinhos, eu pegava carona nos 1 ano e 8 meses de diferença entre nós. Lembra?! Não deixava de ser esperta rsr!)
Com as nossas primeiras decisões, de certo modo, sérias, tivemos de nos afastar um pouco. A distância, de um modo contrário, só fez crescer o amor que havia em mim e em você, eu sinto, um pelo outro. Ela nos aproximou. Percebi ainda mais o quanto eu te amava, o quanto você era importante para minha vida. Esteve alí, presente o tempo todo, e nunca eu havia notado o quanto eu não seria a mesma sem você, e o quanto conversar com você, dessa vez, sem brigas, trocar idéias, rir juntos, fazer palhaçadas, fazer um carinho, dar um xerinho, brincar, andar pelas ruas de nossa pequena grande cidade, era importante, tão importante, e agora, indispensável, para mim.
Não, eu não te vejo mais como um menininho. Aliás, você não é né? 2.0 são muitas cilindradas para um pirralho. Tenho quase um adulto como irmão. Responsável, dedicado, preocupado, amável, que tem seus problemas, e humildade para procurar ajuda quando precisa resolvê-los e não o consegue sozinho.
Os anos passam, e por consequência nossas idades vão nos trazendo coisas novas, pessoas novas, comportamentos novos... Mas nunca, nunca deixaremos de nos amar. Aquele nosso amor que parte desde o ventre de nossa amada mãe, dos braços de nossos pais ao primeiro contato, só cresce e cresce com os anos.
Com você, e com o amor que por ti sinto, só me torno ainda mais convicta do quanto as pessoas que realmente nos amam, que estão alí sempre "perto", e com quem podemos contar quando quisermos para uma palavra amiga, um abraço, um carinho que seja, são aquelas em quem encontramos a felicidade.

Meu amor, afeto, carinho, consideração, por ti meu irmão, é muito maior do que o que descrevo aqui. Mas fiz o possível, garanto!
Você, sem dúvidas, é uma dessas pessoas que me deixa feliz, só por estar ao meu lado, seja num abraço, seja no telefone quando dizes: "oi, tudo bom maninha?!" É bom ouvir sua voz, é bom saber que te tenho com meu irmão, como meu maninho, como meu mió!

PARABÉNS, meu quase adulto de 2.o cavalos!
Eu Te Amo!

domingo, 15 de agosto de 2010

Ao meu amado, ao meu melhor, ao meu PAI!


Sabes o quanto és importante para mim? Não? nem eu!
Não sei se tamanho sentimento é capaz de ser medido...
Sabe Pai, lembro de cada momento que passamos juntos, de cada coisa que o senhor me ensinou, e me ensina...
Lembro-me das tentivas frustadas do senhor de me ensinar a andar de bicicleta, e depois de não ter conseguido, lembro-me de sua impaciência quando disse que eu deveria aprender sozinha. Lembro-me de quando o senhor saia comigo e Lucas naquela velha monarque, para passear, como o senhor e mamãe diziam, e nós morriamos de felicidade, quando na verdade nosso passeio era até a outra rua, para comprar pão. Lembro-me do senhor tentando me ensinar a nadar, e até hoje tenta, já que nunca aprendi, a não ser por aquelas pouquíssimas braçadas que ainda dou, ou por o não pouco conhecido, nado cachorrinho, que até sei bem. Lembro-me de quando o senhor me pegava nos braços e me levava para casa, na cacunga, como eu chamava. Adorava!
Naquele momento eu era a mais alta, e a mais segurava, porque era contigo que eu estava; sabia que não me deixarias cair. Nunca! Lembro-me de quando deitava-mos na calçada de casa, no sítio, geralmente nos dias de falta de energia, e eu ficava ouvindo as suas histórias, e olhando as estrelas, junto de mamãe e Lucas também. A, como era bom!
Lembro-me dos teus olhares de descofiança quando te pedia na minha pré adolecência para ir a uma festa, e também dos vários nãos que por conta desse pedido levei. Poucas vezes insisti, mas não nego o quanto era ruim, porém, sempre entendi!
Lembro-me dos caronhões, e dos puxões de orelha, e das lições que o senhor nos dava, e agora ainda que seja de outra forma, continua a nos dar.
Enfim, lembro de tantas coisas, tantos momentos que passamos juntos.
Sempre tão especiais, tão cheios de amor, amor de pai e filha, amor de família.
Hoje estou aqui para dizer o quanto és importante em minha vida. O quanto cada um desses momentos representam para mim. Ainda que tais palavras não digam nem seuqer um terço do que sinto por ti.
Estar ao teu lado é muito mais que estar ao lado de qualquer pessoa. É estar ao lado daquele homem que te deu vida; que te amou desde o primeiro momento que soube que virias ao mundo; que te viu crescer e aos poucos amadurecer, e ainda vê; que para você sempre foi e continua a ser um exemplo, um herói, um PAI.

Obrigada Pai, muito obrigada mesmo. Simplismente, por tudo!
Eu Amo você!


Ao meu amado Pai, em homenagem ao Dia dos Pais, ao seu aniversário de 46 anos, ou simplismente, em homenagem ao amor que sinto por ele.