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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

1.9


Às minhas velinhas, luz divina, para iluminar a minha vida!
Só por hoje tô dispensando as narrações que não sejam as das histórias que compõe todo o caminho que já trilhei. Histórias de amor, de risos, de conquistas, de quedas e reconstituição, de compaixão, de felicidades!
Por todos esses capítulos, é a ti que, de todo meu coração, agradeço, Senhor!
Obrigada meu Deus por mais um ano de vida recheado de alegrias, de aprendizado, de amadurecimento, de novas e velhas boas amizades, de crescimento espiritual, de amor incondicional, de saúde, de paz...
És promotor de todas essas maravilhas em minha vida!
De novo, e sempre, muito obrigada! :)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Que sejas o que és

Aquilo era psicológico. Uma má notícia que insistira em continuar presa a meus pensamentos, um susto que não passara imediatamente e que precisaria de muito mais que um copo d´água pra liguidar-se o medo, o atraso de um resultado que me deixara totalmente instável durante algum tempo. Por algum motivo eu me sentia totalmente deslocada de tudo que eu havia cultivado até então. Aquelas pedras que eu havia desviado quando passara pelo caminho deteriorado que trilhara, pareciam querer voltar e me arruinar quando tocavam o ponto mais fraco de um ser um humano frágil como é o adolescente em sua fase de promoção ao mundo dos adultos, totalmente novo e cheio de coisas muito mais rodeadas de responsabilidades que sair das bonecas e conhecer gatinhos na balada, a sua fé. Era como se tudo estivesse errado, tudo quisesse uma reforma; como se eu precisasse esvaziar-me do que construí anos a fio...
Rezei, rezei, rezei. Mesmo quando tudo que eu sentia era a falta da firmeza na fé que conduziria minha oração, me entreguei às preces que eu tinha em meu coração. "Pai, faze-me ser como o Senhor deseja que eu seja" E Ele simplismente queria que eu fosse...
Aqueles dias foram passando, e eu continuava rezando. Era a única coisa que eu podia fazer. Pedia paciência, paz. Meus olhos se abririam depois de algum tempo em busca da força que sustentava a fé em minha vida, Deus. Na verdade, essa é uma busca constante para mim, descobrir mais, saber mais, sentir mais; e então eu consegui enxergar que, na realidade, a sensação ruim de querer destruir tudo o que eu plantara até então, era uma briga travada entre eu e eu mesma, num confronto imbecil entre o que me fazia ser quem eu realmente era e tudo aquilo pelo que eu, sendo facilmente influenciada, quando da inobservância de meus próprios princípios, me deixara querer se transformar. Eu precisava mesmo saber o que estava acontecendo comigo, me libertar da tortura do não entender. Até lá, não fosse Deus escutando minhas preces, compreendendo cada palavra e lágrima frágil, sedentas da sua compaixão, eu não teria saído sequer do que me queria conduzir àquilo que não sou. Teria seguido, sem parar pra pensar naquele combate que se travara dentro de mim, apenas desestruturando o que me fazia ser eu mesma.
Naqueles dias de prece, eu pude sentir mais de perto a presença Daquele que me ensina a amar, incondicionalmente, pai, mãe, família, amigos, principalmente os de verdade. Eu pude me debruçar sobre Ele como um bebezinho indefeso, precisando de ajuda para sobreviver. Eu pude sentir a força, muito mais intensa do que eu pudesse imaginar, da minha fé, da minha crença. Eu pude sentir a paz, a paciência, a mansidão da graça do amor de Deus em minha vida. E eu continuaria a rezar, continuaria a buscar, continuaria a querer sentir, sempre, sempre, esse amor, essa graça que me fazem imensamente bem e feliz.

sábado, 11 de junho de 2011

Além, muito além disso

Via redemoinhos atrapalharem a mente, embaraçavam-lhe os pensamentos e a imaginação, entorpeciam-na, debilitavam-na, nenhum deles vinha para refazer o que outro havia destruído, de forma diferente e, por sua natureza, esperada, só aguçavam ainda mais aquele novelo destruído.
Lá no fundo porém, havia (há) uma coisa além de redemoinhos, além de entorpecentes, além de tudo que queira ver destruída, principalmente por dentro, mas por fora também, aquela menina. Uma esperança, uma Fé meu Deus, uma confiança... ela ainda tinha, ela tem.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Prece


Eu busco outros ventos, sempre.
Meu avô é poeta, agricultor, hoje aposentado pela idade que o cerca, mas sempre foi homem do campo, trabalhador, de muita fé. Seus poemas, em sua grande maioria, tratam da relação da natureza com o divino. Lí muitas vezes em alguns deles um verso onde sempre que ele fala para mim sobre ele, diz mais ou menos assim "o homem que passa o dia todo labutando, o suor escorrendo pelo rosto e corpo quente ainda, deita-se debaixo daquela árvore frondosa, de repente sente, ao meio dia, aquela brisa fresca suave e sadia, pode ter certeza, é Deus que a envia, Ele alí está presente".
Meu ramo nem é esse, tenho me preparado é para trabalhar mesmo com uma vasta plantação regada de injustiça, em busca de mudar o conteúdo desse regador, em busca de colher em favor do justo, do certo. A cada dia vejo o quanto isso é difícil, complicado de se concretizar. O homem em sua imensa vulnerabilidade, muda de atitude, transforma-se constantemente, sofre com os pensamentos alheios e os de sua própria mente, demente que chega a ser, entrega-se ao acaso e quando se ver num caso, maltrata-se, ou o ignora, simplesmente. Falo mesmo por experiência própria, como é fácil nos entregarmos a uma vida imprópria. Bem que fui, sou, mais forte que o que me atormenta, me intrigo, então começo a perceber que não falta quem nos abra essa porta torta, muito torta. Confiante e fortemente, fecho os olhos, e digo...
Deus, ouve-me por favor, tu podes eu sei, fecha-me essa porta que insiste que eu adentre em cujo aposento guarda, guia-me no caminho pelo qual o Senhor para todos resguarda. Deixa-me longe daquele, ou de qualquer vento triste, poluído, que insiste em me rodear. Seja ao meio dia, seja a qualquer hora desse dia, não cesses em mandar-me aquela brisa fresca, suave e sadia. Amém!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Precisamos de Santos

"Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se “lascam” na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, santos do século XXI, com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc man.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer uma pizza no fim de semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos”.

 (João Paulo II)

Numa semana santa, o mínimo que podia fazer.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Menores, simples, melhores

Andava pela rua, tinha umas coisas pra fazer, meus óculos estavam no conserto, e aproveitaria a viagem pra tirar um dinheirinho no banco, era caminho. Conversava com amigos. Entramos em algumas lojas, provaram roupas, rimos de algumas delas, ainda mais quando vestidas, e outras eram lindas, saímos com uma peça, das mais baratas, pra não enlouquecer a vendedora que iria ter que organizar tudo em seus lugares novamente, mas até ajudamos, detalhe... ficamos amigos, e em outra ocasião nos falaríamos, oi! tudo bem? como vai? Huum, veja bem que lucrativo, uma blusa de promoção, linda por sinal, e uma nova amizade, ual! Naquela tarde ainda levamos cantadas, de pedreiro... que beleza! e na volta, além de alguns vira-latas atrapalharem nosso caminho, e nesse epizódio três rapazes rirem de nossa cara, ironicamente imitando o latido daqueles,ainda  falei com desconhecidos, confundindo, quantos micos! e daí, mais risos...
À noite, na igreja, rezava, e mais tarde, eu pensaria em tudo isso, e agradeceria, por tudo, por todos...

Por um minuto pensei... tudo nessa vida nos deixa algo, uma lição, um aprendizado, não sei.
Da rua, e dos compromissos, e de seu cumprimento, dos amores, das quedas, dos vícios, quando intratantes, e ainda mais, quando vencidos, e dos livros, dos olhares, dos toques, dos sorrisos, das novelas, das vergonhas, das máscaras, e das caras de fato, dos atos, todos os atos.

... obrigada meu Deus, por cada minuto, por cada segundo, em que a vida se revela não nas grandes coisas, nas mais caras, nas mais fúteis, mas sim, nas mais pequeninas, menores, simples, e sem dúvida, melhores.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Eterno


Decepção. Tentativas jogadas fora, como se qualquer uma delas não tivesse nenhum valor sequer. Era o preço da falta de sensibilidade, ou da sensibilidade retraída de uma pessoa. Eu, por minha vez, não guardava ódio, nem mágoa, nem qualquer coisa que se possa ter como pior do mundo. Estava apenas decepcionada. E isso, isso passa, tudo passa. O que ficam são lições. E a fé. Que por menor que seja, é fixada no Eterno. E como o nome bem diz, isso, isso não passa.

Deus, tu que vês tudo, e sabes de tudo. Que continues sendo em minha vida, a parte do meu mundo que não muda, mas que me muda, pra melhor, sempre.

Mariana Xavier

domingo, 30 de janeiro de 2011

Que tédio que nada!


"Jesus, que sabia pelo que ia passar e de todas as cobranças que se lhe impunham, simplismente não conseguia sentir tédio em sua vida. Ele era feliz sempre, não reclamava nada. Ele, mais que todos, sabia viver".
Li isso num livro que no fim de uma viagem folheei algumas páginas, mas que por não ser meu, tive que deixá-lo por lá, onde o encontrei. Mas essas palavras ficaram em minha mente. Desde o dia em que as ví, as lí, estive pensando em como as vezes nós complicamos nossas vidas, fazendo delas um tédio. Parece que gostamos de dizer isso. Que nossa vida está um tédio. Como se ele existisse sem que alguém o crie. Sem que nós o criemos. Eu, por exemplo, costumava dizer que por morar em uma cidade pequena, não tinha opção a nada, senão dormir, comer, olhar TV... até que isso não fosse cansativo, até que a isso não fosse atribuído o adjetivo em questão, sim, falo, até que isso não fosse um tédio.
Mas não. A cidade pacata, tranquila, minha oferece exatamente isso, tranquilidade. E eu gosto disso, sempre gostei. Eu tenho amigos lá, boa parte de minha família é de lá. Sempre morei nessa cidade, pelo menos até completar meus 17 anos, quando passei no vestibular e tive de me mudar para uma cidade um pouco maior, mas a permanência de meus pais e de minha família na pequena city era motivo mais que nobre para que eu a visitasse sempre, duas vezes ao mês.
Nas primeiras férias que passei lá depois de estar morando fora, comecei a sentir algo parecido com estar sempre a procura de coisas para fazer, e, por nunca achar 'nada' que me atraísse, em meio àquela calmaria, comecei a dizer que, por um período, minha vida estava um tédio.
Mas não, ela não estava, eu que a fazia daquela forma, eu que a atribuia essa característica. Comecei a lembrar de quando eu era criança, como tudo aquilo era ótimo para mim. Tudo continuava igual, os mesmos amigos, minha família, era tudo muito parecido, exceto por algumas evoluções de pensamento, que o tempo em seu gracioso ato de não parar, fizera acontecer. Mas isso, isso já era sabido que ocorreria. Até aqui, nenhuma novidade. Então, pensei, "o que estava faltando para que eu conseguisse enchegar grande alegria em fazer o que fiz até poucos dias, adaptado à forma de pensamento de hoje?"
A resposta não demorou muito, e meu pensamento logo decifrou que na verdade, o comodismo me fizera sentir aquilo. Eu tinha livros para ler, filmes, vários, para assistir, tinha amigos para conversar, para rir juntos, tinha esportes que poderia praticar, tinha a minha família, minha linda família que tinha todo o meu amor depositado em sua felicidade, em nossa felicidade, tinha, como sempre, coisas para aprender (eu não sabia dirigir ainda, e o violão, cujo desejo de apreder a tocá-lo já me perseguia a algum tempo, estava me esperando, parado, ansioso, imagino, para se sentir útil) mas, digo, coisas bem viáveis naquele momento... Parei! Veja bem a quantidade de coisa boas que eu tinha para fazer em uma cidade tão pequena. Imagine só em uma maior, onde as opções se expandem, digamos?! Eu só estava acomodada, queria, por certo, não ter que ir buscar, que ir atrás. Queria que as coisas viessem a mim, que as opções se abrissem como um leque, à espera da escolha a ser feita, mas que simplesmente saltassem desse leque, sem nenhum esforço de minha parte. Pensei, é isso! É isso o que acontece. Nós mesmos somos responsáveis por deixar que nossas vidas se transformem em algo chato, sem graça. Mas elas não são. Basta que olhemos ao nosso redor, e vejamos a quantidade de coisas que muitas vezes estão alí, só esperando ser feitas, só precisando que você levante-se, determinado, e vá usufruir delas.
Era isso que Jesus, em sua grandiosidade, simplesmente via, a quantidade de coisas que abarcava sua vida. Ele tinha pessoas para fazer felizes, para curar. Ele tinha seus discípulos para ensinar. Ele tinha os tantos lugares para visitar. Ele tinha uma vida para viver, e Ele em sua sabedoria suprema, simplesmente, vivia. Sem reclamar. Apenas aproveitando o que tinha para certa hora, apenas aproveitando as oportunidades que apareciam. E Ele era, mais que tudo, feliz.

Nós também podemos produzir felicidade, nós também temos uma vida para viver. Só precisamos saber viver, saber aproveitar as oportunidades. Buscar o que queremos. E nunca, nunca se acomodar.

Mariana Xavier

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Então, é Natal!


Mais uma vez, em mais um ano, Ele chega para embrulhar-te em seus braços e cuidar de você. Chega para mostrar-te de quão tamanha importância é a simplicidade, a humildade, a generosidade. Chega para apresentar-lhe o perdão, e perdoar-te. Para fazer brotar o amor em seu coração, e ainda mais, para AMAR-TE.
Neste Natal, abra as portas de seu coração para que o Menino Jesus possa nele entrar, possa em ti habitar. Que as luzes, ah! as lindas luzes coloridas, os presentes, as mensagens recebidas sejam símbolos da felicidade que Ele vem te dar.
Diga apenas “sim, seja bem vindo”, E tenha um NATAL assim iluminado, assim abençoado, assim, como todo mundo diz, FELIZ!

Feliz Natal, queridos! ;*

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Descobrindo o mundo, descobrindo a mim mesma

Temo que, diante dos olhos imparciais que nos cercam, pessoas boas por completo sejam quase impossíveis de se encontrar. Ultimamente tenho tomado lições por mim mesma, reflexos estranhos de coisas que assim não as ví ao emití-las. Algo escuro e frio tenta tomar a nitidez de minha visão, como nuvens em dias de inverno tapando o céu azul claro do outono anterior. O conflito porém, é entre eu e eu mesma. Talvez essa escuridão só me deixe mais íntima do meu íntimo, o qual preciso moldar. A luz que falta deve aparecer assim que eu reconhecer o mundo em que vivo, perceber que minha bondade nem sempre vai ser a do meu vizinho, do meu amigo, do meu conhecido. Os fatos, já há algum tempo, me faziam começar a perceber a diversidade de pensamentos em que vivo imers;, perceber o mundo, assim misturado, assim heterogêneo, assim polifásico. E agora, ainda mais, vejo o quanto as opiniões a meu próprio respeito rondam mais concorrentes que paralelas. Nunca serei para um alguém aquilo que sou para um outro. Nunca serei para todos aquilo que realmente intenciono ser. Nunca serei completa, mas moldável aos olhos curiosos e atentos que me observam. Ainda que eu tente, e me culpe, e me preocupe com aspectos tão mínimos, pequeninos, observando ser uma pessoa boa o bastante para agradar aos muitos que me rodeiam e ligam-se a mim, seja por meio de uma simples oi ou por meio de uma amizade de anos, não adianta! eu nunca serei boa para todos esses, eu nunca conseguirei não ser taxada de erro.
Ainda assim, posso ver um raio de luz, algum claro corta essa escuridão. Pela minha fé, sendo essa a preenchedora de todas as lacunas que viriam, em sua ausência, a listrar o meu ser, e a vinculadora de minha paz e paciência interior, digo que essa luz só pode ser Jesus. Convicta disso, só sinto que Ele, mesmo sendo Ele, ilumina-me dizendo algo tão óbvio e simples: "Nem eu consegui agradar a todos"

Faço minha parte, penso. E um suspiro de quase alívio me deixa deitar e dormir bem.

domingo, 3 de outubro de 2010

Assim como as flores


"Tudo o que é belo tende a ser simples. Afirmação generalizante? Não sei. O que sei é que a beleza anda de braços dados com a simplicidade. Basta observar a lógica silenciosa que prevalece nos jardins. Vida que se ocupa de ser só o que é. Não querem outra coisa, senão a necessidade de cada instante.
A simplicidade é uma forma de leveza. Nas relações humanas ela faz a diferença. O que cultiva a simplicidade tem a facilidade de tornar leve o ambiente em que vive. Não cria confusão por pouca coisa; não coloca sua atenção no que é acidental, mas prende os olhos naquilo que verdadeiramente vale à pena.
Pessoas simples são aquelas que se encantam com as coisas menores. Sabem sorrir diante de presentes simbólicos e sem muito valor material. A simplicidade lhe capacita para perceber que nem tudo precisa ter utilidade.

Tenho uma intuição de que quando eu simplificar a minha vida, a felicidade chegará em minha casa, quando eu menos esperar."

Trechos de Pe. Fábio de melo em Simplifique sua vida!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Escolhas

Prefiro esquecer a performace deste mundo palco.
E ser... simplesmente ser!

Prefiro não surfar a onda dos que dizem não crer.
Nada de sufocar, nem afogar o grito de dentro de mim:
Aba, Pai!

Prefiro não me limpar, para só depois me relacionar com
o Altíssimo, eu não conseguiria!
Vou me limpando à medida que dele me aproximo...

Prefiro não inspecionar ninguém!
É bem melhor admitir que somos todos obras inacabadas,
Construções ainda em andamento...

Prefiro amar do meu jeito, a amar de jeito nenhum!
Meu amar está longe de ser perfeito, mas é amar assim mesmo!

Cada vez mais fariseu, cada vez menos publicano...
Vem comigo!

(Humberto de Lima-wwwhumbertodelima.blogspot.com/)


Recebi este texto no primeiro encontro da ABU (Aliança Bíblica Universitária) que fui, em 25/08/2010.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Pe. Fábio de Melo


"Só dê ouvidos a quem te ama. Tudo mais é palavra perdida, sem alvo e sem motivo santo. Só mais uma coisa. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. Quem geralmente acha não achou nem sabe ver a beleza dos avessos [...]. O que te salva não é o que os outros andam achando, mas é o que Deus sabe a teu respeito." (Pe. Fa´bio de Melo)


Recebi tal escrito de minha amiga Isadora,
em 17 de agosto de 2010, via orkut.